Sua Melhor escolha

A escolha – Por Bety Berbel

A todo momento fazemos escolhas, tomamos decisões – conscientes ou inconscientes.
Mesmo não tendo a percepção da escolha, estamos decidindo algo como amarrar o cadarço de um sapato, a rua que escolhemos para chegar até o trabalho, a fruta do café da manhã…
Fazemos no automático, sem pensar, porque estamos acostumados ou porque “treinamos” aquele comportamento e repetimos rotineiramente ou porque não estamos atentos ao que estamos fazendo ou porque algo aconteceu e gerou um gatilho que determinou nossa ação.
Muitas das escolhas no dia a dia sofrem influência desses gatilhos, como se fossem flechas disparadas em direção a um alvo e que depois de disparadas, não conseguimos mais controlar.

O que é um gatilho?

Quando fazemos uma escolha disparada por um gatilho, no automático, sem pensar, nem sempre o resultado é o que gostaríamos que fosse e certamente se pensássemos antes, faríamos diferente.
Comer no automático não é diferente.
Por exemplo, passamos perto de uma padaria e sentimos o cheiro de pão saindo do forno – nem estamos com fome, mas compramos o pão; vemos uma loja de chocolates e nos remetemos à lembranças felizes – queremos experimentar; ficamos ansiosos, queremos uma “compensação” na geladeira; assistimos a um jogo de futebol e queremos pipoca.

Porque acontece isso?

Somos seres racionais, mas muiiittaas de nossas escolhas, inclusive alimentares, são feitas à base de emoção.

Você já deve ter ouvido alguém dizer: “estou de férias, posso tomar sorvete todo dia” ou “hoje é sexta feira, vou relaxar e beber uma cerveja”; “trabalhei demais, mereço comer a sobremesa”…Mas racionalmente, estar de férias, ser sexta feira, estar cansado ou feliz não deveria influenciar na escolha da nossa dieta.


Mas é isso que acontece. As pessoas fazem escolhas influenciadas por esses gatilhos. Claro que isso varia de pessoa para pessoa, mas alguns estudos comprovam que quanto mais emotiva for uma pessoa, maior a influência desses gatilhos que podem se tornar um grande risco para mantermos a saúde, o peso, a performance.

Como controlar?

O primeiro passo para controlar essa situação é não disparar a “flecha” sem controle da direção.

É identificar os gatilhos, pois é mais fácil você dominar o disparo da flecha, do que controlar o percurso que ela fará.


O segundo passo é não permitir que um pensamento se transforme numa emoção que fará disparar o gatilho para você escolher errado.

Se você controlar o gatilho que é gerado a partir do seu pensamento, não deixará que a emoção floresça e determine uma ação que você não deseja.

Controle seus pensamentos e você controlará suas ações!

Nutricionista formada em 1981 pela Faculdade de Ciências da Saúde São Camilo, especializada em Nutrição Clínica desde 2001. Experiência profissional em Nutrição Clínica com ênfase em Nutrição Funcional. Coach de Saúde e Emagrecimento.

Meu nome é Bety Berbel, sou nutricionista com especialização em clínica. Atendo em consultório há 24 anos com ênfase na Nutrição Funcional e também sou Coach Alimentar. Adoro o que faço e minha missão é inspirar transformação na vida alimentar das pessoas. Acompanhar mudanças de cada cliente, valorizar cada progresso até que as escolhas alimentares se transformem em “estilo alimentar” é muito gratificante. Sou casada há 39 anos com o ortodontista Leandro Berbel, tenho 2 filhos casados e 3 netos maravilhosos.

Já fui uma pessoa perfeccionista, mas hoje em dia, sou menos exigente inclusive comigo mesma. O coaching me ensinou isso. Tenho dado importância ao que tem importância. Por qual motivo escolhi Nutrição: adoro comida! Adoro escolher, comprar, preparar, comer!!!! A cozinha, o fogão e a mesa de refeições para mim, são agregadores e geram união, prazer, trocas… É a união da gastronomia com a nutrição – o casamento perfeito do saudável com o saboroso… e eu transito do jaleco do consultório para o avental da cozinha com a maior naturalidade!